Acordei cedo, e da janela da sala, o sol ardia lá fora. O formato do meu corpo estava desenhado no sofá, achei hilário, mas estava grudando.
Fui então, tomar uma ducha e não me demorei mais que alguns minutos.
Entrei no quarto com cuidado e peguei minhas roupas mesmo no escuro. Thiffany ainda dormia tranquilamente. Coloquei meu calção de banho, chinelos de dedo, toalha e fui para a praia.
Uns dez minutos de caminhada até a praia.
Ao atravessar a avenida principal, dei de cara com a praia. Praia linda e charmosa.
O sol irradiava o céu azul. O ar puro fazia com que meus pulmões ardessem pela maldita nicotina.
Ao pisar na areia fofa branquinha e ver toda aquela imensidão, me senti liberto. As montanhas ao fundo, dava um toque em sua harmonia geral.
As ondas cintilavam-se através da luz do sol que se oponha entre as nuvens rasas, fazendo com que a imagem vista fosse um presente, um paraíso para minha pequena e fútil vida.
Deitei na areia de barriga pra cima, pus a toalha em meu rosto e relaxei.O sol irradiava o céu azul. O ar puro fazia com que meus pulmões ardessem pela maldita nicotina.
Ao pisar na areia fofa branquinha e ver toda aquela imensidão, me senti liberto. As montanhas ao fundo, dava um toque em sua harmonia geral.
As ondas cintilavam-se através da luz do sol que se oponha entre as nuvens rasas, fazendo com que a imagem vista fosse um presente, um paraíso para minha pequena e fútil vida.
Como estava com o sono atrasado, dormi ali mesmo. Era umas nove da manhã.
Quarenta e cinco minutos depois acordei bruscamente. A parte de baixo e de cima do meu corpo ardia como urtiga no ânus.
-Ai, cassete, como arde! Puta que pariu, que isso? - Exclamei.
Foi aí que me lembrei. Esqueci da merda do protetor solar na mesinha da sala.
Resolvi dar um mergulho para aliviar aquela queimação. Puta que pariu, como ardia. Isso que dava ser branco como um queijo.
Fui chegando cada vez mais próximo da água, e com grandes saltos para não ser pego pela maré que já batia em minha coxa, mergulhei de uma vez.
-Aiiiiiii, cassete!!! - Gritei ainda submerso quando senti a água bater no corpo inteiro inflamado. Logo voltei e fiquei de pé.
-PUTA QUE PARIUUUUU. EU TÔ QUEIMAAAANDO, PORRA!! ARGHHHH!!! -Gritei entre as ondas sem me importar com quem pudesse ouvir.
Voltei a margem devagar, e com pequenos movimentos tentava amenizar a dor de queimação, nos braços, barriga, ombros, coxas em todos os lugares.
Naquela cena bizarra, só havia dois protagonistas, eu e o grande oceano.
-Aiiii, como aaaarde!

Nenhum comentário:
Postar um comentário