quarta-feira, 16 de julho de 2014
...Se Ao Menos Eu Tivesse Um Taco De Baseball... Parte 2
... Acho que o taco de baseball não resolverá minha atual situação....
...Bem,
Estou aqui, novamente.
Senhor, me ajude a não levantar com tudo e com uma cotovelada certeira arrebentar esta cara estragada e amassada.
Faça que eu não seja irado o bastante em me levantar e com uma joelhada lhe afundar a maça do rosto.
Sua voz é irritante, fala-se alto, é impertinente.
Seus comentários são futilmente boçais.
Sua tosse ininterrupta me faz torcer para que suas cordas vocais arrebentem, tal é o grau de irritabilidade que a mesma nos apresenta. Tosse de três meses? Que doença do diabo sem cura é essa? A doença de chamar atenção?
Seus cabelos há dias não recebe um shampoo. Faz o puro óleo surgir dos fios lisos, e pior, rígido, como se as raízes fossem criar dreadlocks...
... Acho que o taco de baseball não resolverá minha atual situação....
terça-feira, 15 de julho de 2014
Ar Puro
Sabe o que é você entrar num banheiro em um ambiente público onde você conhece todos ali presentes para dar aquela aliviada ou até dar uma mijada que faz seu corpo inteiro arrepiar de uma forma que se você não tomar cuidado o jato pode escorrer ou pelo chão ou pelos seus sapatos, ou até mesmo você querer dar uma penteada naquele seu adorável e frondoso mustache?
pois é, você entra no banheiro, e lá, em umas das repartições, sentado na privada, há um par de pezinhos. E o mais engraçado é quando você reconhece aquele pé.
Você dá aquela respirada de leve, e instantaneamente você sente o cheiro maldito de gás metano instalado na porra toda.
Você inala pela boca por uma ou duas vezes, mas você não quer que essa merda tóxica inflame talvez, quem sabe, suas cordas vocais ou até seu esôfago, então você prende a respiração.
Só que você tem que fazer alguma coisa, porque se você entrou ali, você entrou por uma razão.
Então, você vai ficando roxo, enquanto você pega um ou dois papéis, abre a torneira, assoa o nariz, bate o pé, faz um gargarejo, só para que a pessoa que está sentada tranquila e relaxada naquela porra de privada sendo a protagonista dessa merda toda, entenda que você entrou para alguma razão, e não entrar e sair apressado, pelo menos não deixar uma tossida por ali.
Finalmente, quando você ficou tempo suficiente para enganar satisfatoriamente o grande cagador, você sai daquela prisão mefistofélica e só resta o último suspiro. É como se você estivesse saído debaixo do oceano atlântico até a superfície. Você fica aliviado. Você se sente salvo, um novo homem! Nem querer dar uma cagada você quer mais. Cagada? Só amanhã a noite!
Tem uma coisa muito melhor em mãos! Volto a respirar ar...Ar Puro!
Você está vivo! Brindemos à isso !
Logo depois, constato quem é o cagador...sapatos não mentem.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Maldita Paixão
Hoje pela manhã acordei com ela em meus pensamentos.
Ela já estava em meus sonhos dias atrás e quando acordei, lá pelas duas da tarde, lá estava ela novamente em meus pensamentos.
Levantei, ainda dominado pelo sono, tropiquei em um sapato que estava no meio do caminho, e quase escorreguei em uma camiseta manchada de vinho que estava no rodapé da porta. Latas de cerveja vazias rolaram de um lado a outro e uma aranha tecia sua teia próximo a minha cortina.
Fui até o vitrô da sala e a vida acontecia lá fora, em sua forma comum e normal.
O tempo estava nublado e começava a cair pingos sobre o vidro.
Ela ainda permanecia em meus pensamentos.
Maldita paixão...
A Bela Sensação do Macho Alfa
Quando a coloquei de costas na cama e coloquei fundo, ela sabia que daquele momento em diante eu não estava brincando.
Ela gritava meu nome e intercalava gritos de prazer a toda hora.
Ela era loira. Seu nome era "Fanny a loira". A loira mais linda do bairro. Devia ter uns vinte e cinco anos. Pele branquinha, Boca carnuda, quadril largo e uma bunda maravilhosa. Seus peitos não eram ingleses, e sim indianos. Pequenos.
Depois que gozei, sai de cima dela, nós dois acendemos um cigarro, olhamos um para o outro e começamos a rir no meio da madrugada. Passava das três da manhã.
-
Dia seguinte, eu já estava com a moreninha safada. A sobrinha da minha vizinha, que toda vez que me via, mordia os lábios inferiores e fazia movimentos ininterruptos com os cabelos.
Quando voltei do mercado, ela estava no corredor conversando com a tia.
Nos olhamos, ela se insinuou, abri minha porta, fiz um movimento com a cabeça para ela entrar, ela consentiu e tranquei a porta.
Lá dentro fizemos tudo aquilo que há tempos já queríamos.
Ela era uma selvagem.
Seu nome era Camily. Morena, sorriso largo com dentes lindos e brancos. Baixinha, com nenhuma alteração em suas curvas. Mas mesmo sendo aparentemente "pequena", aquela moreninha safada não cansava, jamais.
Tive que usar minha língua para ajudar em seu prazer. No final, ela me chamou de gostoso e disse que há tempos não sentia tudo aquilo.
Virei pro lado e dormi, com aquela sensação de dever cumprido.
Ela me balançou e acordei. Quando me dei conta, estava eu amarrado na cama, Camily com uma faca na mão e na outra segurava meu celular que lia uma mensagem de texto de Fanny, e ela insistia em me perguntar:
- Quem é essa Fanny, a lorinha? Quem é essa Fanny?
-Ninguém, ninguém benzinho! Ninguém! - eu respondia pasmo.
-Ninguém é?
-Ninguém, amorzinho!
Sem perceber, ela cravou a faca em meu peito.
Gritei, e acordei no meio da noite.
Respirei fundo umas três vezes e me dei conta que toda aquela selvageria com duas fêmeas, fora somente um sonho.
O anel da loirinha do bairro se foi, e a massagem com as mãos da moreninha fora só uma ilusão.
Constei que uma única coisa havia se dado bem, tive que trocar a cueca.
ÉÉhhh, a vida não é como planejamos....foi em sonho, mas eu comi.
Dedicado e inspirado em um grande amigo.
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