sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O Mamador

 
Quando eu estava com meus vinte cinco anos, me relacionei com uma mãe solteira. Ela sabia como tratar um homem. Conhecia suas emoções. A mamãe sabia das coisas.
Nos conhecemos em um pub ao nos esbarrarmos no corredor. A chamei para minha mesa e começamos a conversar e a conversar.

Depois de algumas horas e algumas cervejas, me convidei para sua casa.
Ao se levantar eu já afirmei:
-Então garota, já vou embora.
-Mas já?
-Sim.
-Para onde?
-Para sua casa, você vem? -Respondi ao dar uma piscadinha marota.
-Ela riu, se levantou e partimos para sua casa.

Ao chegarmos na porta principal, entramos na sala, uma sala bem arrumada e bem decorada. Ela morava com seu filhinho que estava com três anos, estava na casa da avó.
Foi o que ela disse enquanto eu observava os retratos de fotos na mesa.
Vi no criado-mudo as fotos do garotinho. Uma com um ano, outra com dois anos, uma num parque...etc....Diversas delas. Era um menino grande para a idade, gordinho, saudável.
-Que menino mais fofo. - Disse, ao pegar uma foto dele.
-Obrigado Jô, você é um amor, sabia? Ele me deu muito trabalho.
-Ahh, que nada, não creio, essa coisinha não faria mau algum.
 Ela riu.

(Após algumas champagnes e conversa fora)
Ela se insinuou à mim, me abraçou, mordeu minha orelha. Comecei a me excitar, comecei abraçá-la, beijá-la. Ao deitá-la no sofá, a beijei mais e mais.  Depois de carinhos e beijos ela levantou ficou bem à minha frente e com um olhar provocativo disse:
-Irei tirar meu vestido pra você.
-Sim, querida. Venha - eu disse.

Ela começou a dançar na minha fente, sensualizando e estimulando minhas sensações sexuais. Estava funcionando.
Ela dançou um pouco mais, agachou, levantou , se virou e tirou o vestido de uma vez.
-Uowww. - eu suspirei.
Ela tinha um corpinho escultural. Vire-se baby. -Eu exclamei.
Ao se virar, vi que seus peitos... aqueles peitos, eram na verdade, peitinhos pequenininhos. Pareciam até picadas de barrachudos no inverno.

Ela se aproximou, e por cima de mim, começamos a fazer aquilo que estávamos dispostos a fazer.
E eu não parava de pensar:
-Era um menino grande para a idade, gordinho e saudável pra burro né? Muleque filho da puuuta....Chupô tudo essa porra.......Mamô tudo.......Ahhn, não deixou nada pra mim....Secô os peitos da própria mãe.
Aquela visão era constante em minha frente e meus pensamentos perturbavam-me.
Resolvi então, sensualizar ainda mais ao apagar as luzes. Ficou um breu total.
Ela adorou....e ainda por cima, pedi uma última coisa.
-Fia, fique de bruços.

Realmente aquele muleque tinha dado muito trabalho... Tive que concordar depois.

 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A Chupeta












(Após uma discussão entre casais)

-Amor, você vai me fazer essa chupeta. Não quero nem saber.- Disse descontrolado.
-Não quero fazer. - Ela reprovou.
-Abaixa logo ai...quero agora, vai logo, porra! -Eu a obriguei.
-Veja como fala comigo seu bosta. Nããão quero, já disse. Tenho medo de me machucar - Respondeu com desaprovação.

Ela, uma patricinha top. Toda arrumada, com vestido rosa e sapatos de salto.
Ele, sujo. Um mecânico de macacão azul sujo à graxa.

-Quero uma chupeta, agora! Faz para mim. Fica de joelhos e faz logo essa chupeta enquanto eu ligo a porra do carro.