sexta-feira, 29 de novembro de 2019

À Meus Falsos Amigos
















Este capítulo profano, dedico a vocês. Que colham o mesmo que propagam por aí.

A verdadeira face tenha se revelado tristemente depois que o altar sagrado foi compartilhado;
O cuidado e ajuda primordial, terem sido manchadas pela falta de lealdade e caráter;
Suas ações e atitudes junto à gordura fedem à ingratidão;
O benefício próprio a favor da autopromoção e mesquinharia esquecendo dos demais;
O convite sem nexo, chegar de forma formal porém canalha do menino bobo.

Eu, sentado em frente a minha janela observando os acontecimentos diários, ao escrever minhas memórias. Acompanhado de minha úlcera e de minhas entranhas que se contorcem ao escrever estes versos.

O frio se mostra do lado de fora. A chuva começa a cair.
Porém, sinto calor, minhas pálpebras queimam.
Retiro a camisa, a mesma me sufoca...

Há ensinamentos que duram para uma vida inteira. Mas a indulgência e a boa vontade, não mais. Nunca.