segunda-feira, 7 de julho de 2014

A Bela Sensação do Macho Alfa

















Quando a coloquei de costas na cama e coloquei fundo, ela sabia que daquele momento em diante eu não estava brincando.
Ela gritava meu nome e intercalava gritos de prazer a toda hora.
Ela era loira. Seu nome era "Fanny  a loira". A loira mais linda do bairro. Devia ter uns vinte e cinco anos. Pele branquinha, Boca carnuda, quadril largo e uma bunda maravilhosa. Seus peitos não eram ingleses, e sim indianos. Pequenos.
Depois que gozei, sai de cima dela, nós dois acendemos um cigarro, olhamos um para o outro e começamos a rir no meio da madrugada. Passava das três da manhã.
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Dia seguinte, eu já estava com a moreninha safada. A sobrinha da minha vizinha, que toda vez que me via, mordia os lábios inferiores e fazia movimentos ininterruptos com os cabelos.
Quando voltei do mercado, ela estava no corredor conversando com a tia.
Nos olhamos, ela se insinuou, abri minha porta, fiz um movimento com a cabeça para ela entrar, ela consentiu e tranquei a porta.
Lá dentro fizemos tudo aquilo que há tempos já queríamos.
Ela era uma selvagem.
Seu nome era Camily. Morena, sorriso largo com dentes lindos e brancos. Baixinha, com nenhuma alteração em suas curvas. Mas mesmo sendo aparentemente "pequena", aquela moreninha safada não cansava, jamais.
Tive que usar minha língua para ajudar em seu prazer. No final, ela me chamou de gostoso e disse que há tempos não sentia tudo aquilo.
Virei pro lado e dormi, com aquela sensação de dever cumprido.
Ela me balançou e acordei. Quando me dei conta, estava eu amarrado na cama, Camily com uma faca na mão e na outra segurava meu celular que lia uma mensagem de texto de Fanny, e ela insistia em me perguntar:
- Quem é essa Fanny, a lorinha? Quem é essa Fanny?
-Ninguém, ninguém benzinho! Ninguém! - eu respondia pasmo.
-Ninguém é?
-Ninguém, amorzinho!
Sem perceber, ela cravou a faca em meu peito.
Gritei, e acordei no meio da noite.
Respirei fundo umas três vezes e me dei conta que toda aquela selvageria com duas fêmeas, fora somente um sonho.
O anel da loirinha do bairro se foi, e a massagem com as mãos da moreninha fora só uma ilusão.
Constei que uma única coisa havia se dado bem, tive que trocar a cueca.
ÉÉhhh, a vida não é como planejamos....foi em sonho, mas eu comi.


Dedicado e inspirado em um grande amigo.

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