quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A Loira da Luva de Beisebol














Era feriado em toda nação, não sei qual, estava sem calendários em casa. Estava entendiado.
Todos vagabundeando pelas ruas, enquanto o semimorto aqui, sucumbia em sua atitude fracassada.
Havia dias que tentava escrever um conto para uma revista. Uma revista de alpinismo. Não sei o que se passa na cabeça dessas pessoas que se penduram por cordas e escalam as montanhas rochosas.
Suas mãos parecem luvas de beisebol.
Falando nisso, lembro de uma história que me aconteceu quando viajei para outro país e visitei os prostíbulos daquele lugar. Fui em um conhecido como a "Terra das Primas da Rua Rombada ". Nem o barman falava minha lígua. Na entrada havia uma placa com as três tipos de acompanhantes disponíveis no recinto.
"Falantes, "Sérias" e "Tímidas".
Vou escolher a "Tímida". Porque depois dela esquentar, ela faz o orgasmo valer a pena. - pensei.
Nunca vi algo parecido. As garotas são escolhidas pelo cardápio. Você não as vê e nem as toca. Você as escolhe como se fosse comida em um cardápio.... vai entender.
Folheei e folheei o cardápio, até encontrar uma interessante. Li os dizeres ao lado da foto.
Escolhi uma loira que se dizia ser alpinista, forte e disposta.
Essa deve ser muito radical! - Pensei
A intérprete me levou até o quarto, me acomodei e esperei a tal alpinista.
A tal alpinista chegou ao quarto, vestia espartilho branco e seus cabelos loiros eram cheios e sedosos.
Eu já estava na cama de cuecas, ela começou a tirar a roupa, eu a ajudei com meus dentes.
Com suas mãos ásperas devido as montanhas, na hora das preliminares, me deixaram arrepiado como se fosse massageado por luvas de beisebol. Sua vontade em me satisfazer até o ápice era considerável. Havia revistas no criado-mudo com matérias sobre, "Como ser uma tigresa na cama". "Tudo pelo prazer dele". "Como usar as bolinhas tailandesas".
Quando ela pegou no meu pau e começou a brincar com ele sentia os grandes calos nas bordas das mãos.
Parecia que minhas bolas iriam ser arrancadas. Toda aquela cabeleira loira me seduzia mas a dor era permamente. Ela tinha uma força diferente das outras garotas. Ela batia uma bronha de tal forma, que o freio do meu pau parecia que ia ser arrancado com tudo. "Mais devagar querida!" eu dizia.
Ela era sedenta por sexo, uma louca. Nem ligou para o que eu disse e continuou. "Mais devagar querida, porra!". Ela engolia minha rola com toda vontade se engasgava nele. "PORRA, mais devagar, caralho...Você vai me desmembrar!"
Depois de um certo tempo percebi que a garota era surda.
Que diabos, nunca mais escolhi as Tímidas...

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